Perguntas rápidas a Antonio Camano, o Róbi.
Escrito em 18/07/2008 | 4 comentários | Permalink

Hoje, dia 18 de julho, acontece a estréia brasileira do novo filme do Batman nos cinemas. Todo mundo está azucrinando uns aos outros, colocando avatares do Coringa no Twitter e no MSN, pintando o 7 nessa Internet muito louca. Por que tão sério, não é mesmo?
Longe de todo este hype, sou um fã incondicional da obra prima Batiman na Feira da Fruta, como já havia relatado anteriormente neste mesmo blog. E não é que, pela existência deste relato, aconteceu algo espetacular? O Antonio Camano, aquele que faz a voz do Róbin neste precursor do vídeo viral na Internet, um dia resolveu entrar em contato.
Aproveitando então o hype do filme, fiz algumas perguntas a ele, hoje um senhor, mas outrora uma putinha relaxada.
categorias: Cinema, Entrevista, Hahaha, Internet
Batman Dark Knight? Feira da Fruta nele!
Escrito em 08/05/2008 | 4 comentários | Permalink

Fiéis meia dúzia de leitores deste blog, eu peço desculpas a vocês pelos poucos posts. Os dias andam agitadíssimos e, enfim, não pretendo dar uma desculpa esfarrapada.
Ah claro! Sobre este post: eu estava conversando com uns amigos de faculdade sobre as ações moderninhas e descoladas para o novo filme do Batman, em que coloquei a minha opinião de que o único filme do Batman que vale a pena era o do Bátima na Feira da Fruta, obra-prima de duas mentes adolescentes, hoje tiozões, que foi legitimamente viral na Internet mesmo sem o YouTube.
Aí veio a idéia de, em forma de flash mob, dizer umas falas desta genialidade cinematográfica numa das sessões deste Dark Knight, que só estréia em julho. Pensei em algumas:
- Quando este dito Coringa aparecer pela primeira vez: “Eu sou o palhaço, o coringa, o palhaço, o jóquer, o palhaço…”
- Quando este dito Coringa achar que triunfou: “Uhuhu! O Bátima morreu, viu? Às quatohora da tarde eu tirei o pinto dele fora”
- Finalmente quando o Batman ressurgir para a batalha final: “Não adianta, Coringa. Antes de sair da bat-caverna, eu tirei o meu pinto fora. Eu sou eunuco. Você tá fodido na minha mão agora!”
Intervenções famosas como “como puta paga, porra?” e “minha filha, vem cá. Sabe o que é isso? É o lico que faz cair pinto” serão bem vindas.
Quem está comigo nesta aventura?
PS: Ok. Tem um outro filme do Bátima que presta: aquele que a Nicole Kidman participa.
categorias: Cinema, Colaborativo, Eventos, Internet
Torne-se um agente difusor do cinema brasileiro
Escrito em 25/03/2008 | 2 comentários | Permalink

O bróder Marcão, da Brazucah, enviou os detalhes das vagas que estão sendo abertas, tendo como foco os estudantes das grandes universidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Trata-se da seleção e treinamento para a formação de agentes universitários. O ponto forte da vaga (voltada a alunos dos primeiros anos) é o trabalho cultural, algo que enriquece demais o repertório das pessoas, e começar “na área” fazendo divvulgações junto a um público que os escolhidos conhecem bem: sua patota escolar.
O programa contará com um processo seletivo e, após selecionados os agentes, uma série de oficinas que irão aproximar o interesse por cinema da completa imersão deste naco de cultura. Detalhe: as inscrições para o processo vão até o dia 13 de abril.
Para se inscrever, o link é: www.brazucah.com.br/estagio-na-rede-brazucah. A Brazucah ainda disponibiliza o telefone para esclarecer dúvidas: (21) 2509-2722 ou (11) 3875-6375.
categorias: Cinema, Divulgação
Ganhadores dos ingressos para Juno
Escrito em 21/02/2008 | 6 comentários | Permalink

Eis aqui a lista de ganhadores da promoção de Juno. Cada um deles ganhou um par de ingressos para o filme.
Rafael Camilo
Thaís Renzi
Maiara Ramos
Diego de Oliveira
Parabéns e bom cinema para vocês!
categorias: Cinema, Sobre o blog
Juno - O Blog do Yassuda vai distribuir 5 pares de ingressos
Escrito em 01/02/2008 | 3 comentários | Permalink

Juno, que ainda não estreou no Brasil (estréia prevista para o fim de fevereiro), definitivamente é o filme que, a exemplo de Little Miss Sunshine no ano passado, ganhou simpatia da crítica e chega ao Oscar, com 4 indicações (melhor filme, melhor roteiro - Diablo Cody -, melhor diretor - Jason Reitman - e melhor atriz - Ellen Page) num filme sem grandes extravagâncias.
Torcidas à parte, a boa notícia é que você pode assistir este grande filme na faixa. Como? Muito simples:
Envie para o meu estagiário (estagiario at yassuda.org) um texto (que não precisa e nem pode ser muito longo) que constitua uma crônica de sua adolescência (real ou fictícia). O exercício é uma delícia para relembrar uma das melhores fases da vida, aquela em que as felicidades e os problemas parecem extremos, as amizades, mais verdadeiras e os amores, infinitos enquanto duram. E também faz com que você já entre no clima de Juno, que conta a trajetória de 9 meses da personagem interpretada pela Ellen Page entre a adolescência e uma vida mais adulta.
Os 5 melhores textos serão contemplados com um par de ingressos cada, garantidos pelo pessoal da Paris Filmes, e ainda serão publicados aqui no blog. Como este blog posta sob os termos do Creative Commons, seu texto entrará na íntegra e com a sua autoria, mas participando, você concorda em colocar a sua obra sob esta licença (qualquer um pode copiar, desde que não tenha uso comercial e que o seu nome seja citado como autor do texto).
Participe! Você tem até o dia 17 de fevereiro para enviar o seu texto. Meu estagiário aguarda ansiosamente para ler deliciosas crônicas da adolescência.
Ah sim, já ia quase esquecendo: a promoção é válida para todo o Brasil.
categorias: Cinema
Promoção-relâmpago do filme “Meu nome não é Johnny”
Escrito em 08/01/2008 | 6 comentários | Permalink

O bróder Marcão, da Brazucah, disponibilizou alguns ingressos para o filme Meu nome não é Johnny depois de alguma insistência de minha parte (isso que dá ter pagerank abaixo de 5). Cinema da semana garantido, ainda mais para o filme nacional a chamar mais atenção do público desde o “Tropa de Elite”, já que narra a história de João Guilherme Estrella, hoje compositor e produtor musical, ontem traficante de cocaína. Diferente do habitual, o filme propõe a reabilitação e foca o problema da droga nos seus consumidores de elite. As ações de divulgação do filme envolveram debates e um blog com João Estrella, não o personagem, mas sim quem inspirou o livro de Guilherme Fiúza e o homônimo filme.
Creio que será um ótimo programa.
E, se você morar em São Paulo, você também poderá assistir. Exatamente. O Blog do Yassuda está sorteando 5 pares de ingressos para as 5 primeiras pessoas que enviarem um e-mail para o meu estagiário (estagiario [at] yassuda.org) respondendo as seguintes perguntas: 1) Quem faz o papel de João Guilherme Estrella? 2) Quem faz o papel de Sofia, a namorada de João? 3) Quem faz o papel de mãe do João?
Os ganhadores serão anunciados aqui no blog e receberão os ingressos diretamente da Brazucah.
Boa sorte! E corra que a promoção é relâmpago mesmo!
UPDATE: Eis aqui o resultado desta rápida promoção. Primeiro os cinco felizardos que ganharam um par de ingressos para o filme:
Mahira G. Oliveira
Lucieide Oliveira
Danielle Cruz
Rodrigo Reis
E as respostas corretas:
2) Cleo Pires
3) Júlia Lemmertz
“PQP! Eu quero muito este ingresso e não ganhei!”. Acalme-se. Meus dois amigos do Vereda Estreita estão fazendo uma promoção para sortear 5 pares de ingresso. Eles estão fazendo uma mecânica diferente: todos os e-mails enviados até quinta-feira entrarão no sorteio. Confira lá.
categorias: Cinema
Eco-fadiga, eco-chatos e umas previsões do futuro
Escrito em 06/11/2007 | 8 comentários | Permalink

**UPDATE: A notícia a qual me refiro abaixo, sobre a “Eco-fadiga”, é uma trend falsa. Uma piadinha do pessoal do Trend Watching . Bem que as outras 4 da lista eram realmente bizarras, mas esta até que fazia algum sentido (por pior que esta foto de praia acima possa parecer). O post fica, óbvio, como penitência para mim por não ter lido e investigado direito as coisas e sobretudo pela ótima referência cinematográfica a seguir.
Estava eu por aqui, lendo as últimas tendências apontadas pelo Trend Watching quando comecei a me perder em pensamentos em uma delas. Tratava-se do que eles chamam de “Eco-fadiga”, um certo cansaço das pessoas pela tonelada de mensagens superficiais sobre sustentabilidade que assolam a mídia e o contra-ataque, em que elas pedem autenticidade, ainda que ser autêntico seja ter um SUV beberrão.
A primeira coisa que me veio à cabeça é um rápido passeio pelo futuro. Uma vez que me parece certo que o ser humano não vai se endireitar e continuará a emitir CO2, procurando compensar plantando uma muda ou inventando parafernálias de ficção científica que o eximiriam de qualquer culpa por ter acabado com a atmosfera, o futuro deverá ser o deserto estranho que o advento da computação gráfica nos permite vislumbrar em documentários do Discovery Channel.
Porém…
Em um outro devaneio, imagino o mundo caso alguns ecologistas radicais consigam impor uma política que transforme a condição do ser humano em algo com que toda a flora e fauna do planeta possa conviver. Não contentes em diminuir a poluição da indústria e substituir todas as fontes de energia por opções que não devastem a natureza, eles poderiam alegar, por exemplo, que o gado é um fator de poluição gritante no efeito-estufa, forçando a população a seguir uma dieta vegetariana. Pouco a pouco, um modelo de vida ultra-saudável seria o habitual dos humanos agora preocupados com a saúde, tanto com a sua quanto com a dos outros.
E é aí que entra este papo de eco-fadiga. Este mundo que estou imaginando, de extremo valor à própria saúde e tecnologia sustentável é o mesmo mundo em que John Spartan acordou em O Demolidor (minhas referências cinematográficas rumam ao escatológico, eu sei):

Num dos clássicos diálogos deste filme, o policial interpretado por Sylvester Stallone encontra o líder rebelde Edgar Friendly. Sinta o que é eco-fadiga, healthy-fadiga ou qualquer coisa que o valha na fala do rapaz:
“De acordo com os planos do governador, eu sou o inimigo, porque gosto de ler e de pensar. Quero a liberdade de me expressar e de escolher. Sou o tipo de cara que pensa ‘devo escolher o T-bone ou as costeletas de porco assadas com uma porção de batatas fritas?’ Eu quero colesterol alto, quero comer bacon, manteiga e um monte de queijo, ok? (…) Por quê? Porque, de repente, eu acho que eu preciso de tudo isso.”
E a melhor parte:
“Eu vi o futuro. Sabe como ele é? É um virgem de 47 anos, sentado por aí com seu pijaminha, bebendo um shake de banana com brócolis, cantando algum jingle publicitário”
Conclusões: Será que teremos que caminhar rumo ao deserto? Ou será que teremos que virar eco-healthy-chatos a ponto de bebermos um shake de banana com brócolis enquanto cantarolamos “Dooooolly! Dolly guaraná Dolly!”? Acho que tem que haver um meio termo, em que empresas poluidoras não nos empurrem discursos vazios de sustentabilidade e que as pessoas realmente se preocupem com o meio ambiente e com suas vidas pacatas, porque uma influi na outra. Talvez tenhamos um futuro diferente, mas que para mim soa mais utópico ainda…
categorias: Cinema, Comportamento, Cultura, Publicidade
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