Ah, a Campus Party…

24/01/2009 | 9 comentários | Permalink |

popscp

Entre 19 e 25 de janeiro, acontece em São Paulo a Campus Party, mas mesmo sendo hoje o penúltimo dia dela, eu entendo que ela já acabou. Pretendo desfrutar de muito descanso durante o domingo.

E o que marcou a Campus Party 2009? A resposta é fácil: a entropia. Diferente da concepção do ano passado, em que a Arena (área destinada aos computadores) se dispôs em um enorme corredor de bancadas, a festa deste ano ocorreu em um espaço quadrado, em que todo e qualquer som produzido pelas diversas palestras e pelo palco principal era direcionado para o centro do pavilhão. Ou seja: muito, mas muito barulho o tempo todo, mesmo com fone no ouvido.

Tal dinâmica atrapalhou consideravelmente a todos que quiseram assistir às palestras de qualquer área. Eu evitei todas, principalmente as mais perto do palco principal. Acabei encontrando muitos amigos na rápida passada que dei pela área do CPLabs, uma espécie de incubadora gerada para as muitas start-ups aqui representadas.

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CPLabs: pouco público, mas simpático.

E por falar em empresas, outro tópico da entropia foram os diversos banners de marcas que atrapalharam (e muito) a localização de cada área dentro do Campus Party. No ano passado, eu achei que a demarcação de área foi muito rígida, mas neste ano ela simplesmente não aconteceu. Descobri que passei o evento todo na área de vídeo e design. Talvez tenha lados bons e ruins. Particularmente achei até bom. Um outro aspecto negativo para as empresas foi tentar aparecer no meio de tanta gente querendo gritar. A maior parte dos stands dentro da área Arena passaram batido pelos participantes.

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Jogo das 7 marcas

Voltando ao problema do som, a pior estratégia, em minha modesta opinião, foi forçar o som durante a balada, intitulada Sarau Digital. Uma barulheira ensurdecedora, com artistas de gosto duvidoso. Obviamente, não estou justificando a briga entre o cantor De Leve e um dos campuseiros, e sim jogando a culpa deste infeliz acidente na infeliz decisão de transformar o espaço barulhento em um grande show, sendo que a maioria das pessoas veio aqui para conversar com outros participantes, apresentar seus projetos ou desenvolver novos aparatos tecnológicos.

Também foi bem infeliz o episódio entre um campuseiro e uma das atrações de um dos stands, uma coelhinha da Playboy que foi bolinada pelo participante. Não vale a pena nem fazer mais comentários sobre o ocorrido.

O evento também contou com aspectos positivos: os livestreams foram muito divertidos. Deixei alguns arquivos do programa que transmiti com o amigo Bruno Allucci e as participações especiais de Rafa Cst, Bruno Divetta e outros. Assista lá.

Outra coisa bacana foi conversar com pessoas que só encontramos em eventos como este: Mafra, Lúcia Freitas, Nospheratt, Rafael R, entre tantos outros.

E utilizando a palavra blog pela primeira vez neste post, só para não dizer que não falei deles, deixo registrado os meus parabéns à Babi Franzin e toda a equipe do Velocidade, eleito o melhor blog de sua categoria em uma premiação por aqui. Ainda que não signifique muita coisa, o reconhecimento ao trabalho para lá de competente realizado pela equipe de bróderes vale a menção. Não preciso nem dizer que é um orgulho tê-la na Chapelaria.


Parabéns, Babi!

A premiação que eu realmente queria ganhar, mas não consegui, foi o Campeonato Brasileiro de Rick Roll, concebido pelo Jonny Ken. Tudo bem, o sexto lugar foi honroso.

Também não poderia terminar o post sem mencionar o real motivo que leva as pessoas a se enfurnarem neste evento:

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categorias: Comportamento, Eventos, Internet, Opinião, campuspartybr

 

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