Blogagem Social - está chegando a hora

Escrito em 30/11/2007 | Sem comentários | Permalink

ImageShack

Trago aqui uma compilação de movimentações da campanha Blogagem Social:

- A Milena ainda está esperando mais adeptos. Tem chapéééu, sapato ou roupa para doar? Fale com ela. Avise-a também se tiver brinquedos, mobília, etc. Quer ajudar? Encha o saco dela via e-mail, via Twitter e via blog. A instituição escolhida foi a Casas André Luiz e o dia da doação é domingo, dia 9 de dezembro.

- Você não está em São Paulo? Fale com o mentor desta campanha, o sr. GraveHeart. Ele lhe indicará o blogueiro responsável pela sua região ou lhe nomeará o responsável pelas arrecadações.

- Como eu havia dito, eu incentivarei toda e qualquer boa iniciativa. Aos blogueiros que começaram a postar sobre outras iniciativas: nos dêem mais detalhes! Estou esperando o seu texto sobre a casa Hope, sr. Adivertido. E os detalhes sobre o esquema que você faz na sua cidade, srta. Mundim Rolim.

- Sobre o lugar que eu pretendo ajudar: não consegui entrar em contato com o rapaz que é responsável. Até o final do fim-de-semana, já saberei se vai acontecer ou não. Se acontecer, terei o maior prazer em anunciar na semana que vem os detalhes. Se não rolar, integro-me ao time que irá até as Casas André Luiz no dia 9 de dezembro.

A todos os blogs que postaram a respeito da campanha, o meu muito obrigado.

UPDATE #1: A Renata já havia postado no Mundim Rolim sobre a campanha que ela incentiva em sua pequena Itapeva, Natal sem Fome. Confira! Ela e um pessoal organizam a arrecadação de alimentos para ajudar o pessoal da cidade.

UPDATE #2: O Gabriel Jacob também enviou por e-mail os detalhes sobre a Casa Hope. Trata-se de uma entidade de apoio à criança com câncer.  Em breve, um post mais detalhado sobre entidades e ações. Se você quiser saber mais a respeito ou como doar para a Casa Hope, veja o site deles aqui.

Segue o link do post original sobre o assunto Blogagem Social aqui no Blog do Yassuda. Você também pode clicar no selo na barra lateral do blog.

categorias: Aleatoriosfera, Colaborativo, Comportamento

 

 

 

Transparência online: eu também quero!

Escrito em 29/11/2007 | 2 comentários | Permalink

ImageShack

Campanhas boas dão gosto de divulgar. Esta aqui teve a iniciativa do Dinheirama e do Papo de Homem: Campanha pela Transparência Online. Vale a pena ler os posts.

Meu pitaco: já estava mais-do-que na hora de alguém alertar os blogueiros. Ora! Não queremos ser tratados como imprensa? Pois tenhamos algumas condutas éticas semelhantes (aqui, não estou dizendo se os veículos respeitam a ética ou não).

Por exemplo: quando um anunciante quer colocar uma peça publicitária, ele paga um X ao veículo. Isso nós sabemos. O que talvez não seja todo mundo que saiba é que se o anúncio é confundível com o projeto gráfico do jornal/revista, ele é taxado como “informe publicitário”, ganhando uma faixa de destaque (indicando que aquilo é publicidade) e um acréscimo na cobrança. Não faz sentido? Eu diria que faz sim. O editor pensa: “você quer veicular a sua mensagem como se fosse minha e não quer que eu cobre a mais?”. Fora isso, pelo CONAR e pelo Código do Consumidor, toda e qualquer publicidade deve se apresentar como tal. Ou seja: se você gostou do que viu e quiser postar, não tem problema. Mas se você está sendo pago para isso, deixe isto claro.

É imprescindível que os blogs pensem um pouco a respeito. Quem se anuncia como a imprensa do futuro deve, de fato, se tornar um pouco mais imprensa do que apenas divagar sobre o futuro.

Via Cocadaboa

categorias: Aleatoriosfera, Opinião, Publicidade

 

 

 

Blogagem Social - Blogueiros fazendo mais do que um post

Escrito em 27/11/2007 | 12 comentários | Permalink

ImageShack

Eu já havia deixado um recadinho no Twitter sobre o assunto e depois li este post no Serendipidade. O clima natalino já chegou às lojas.

Queria aproveitar tal clima para outra coisa para algo que não seja incitar ao consumo (deixo isso para o meu eu profissional). Algo um pouco mais nobre, algo que torne mais útil o significado de Natal, o papel social e midiático dos blogs e até aqueles “memes” que as pessoas mandam umas para as outras. Trata-se de uma campanha um pouco mais palpável e que vai exigir um pouco mais de ação dos blogueiros participantes do que simplesmente fazer um post.

Ontem, vi que o GraveHeart teve uma idéia bem parecida. Conversamos e eu acabei aderindo à campanha Blogagem Social, para que mais pessoas saibam por meio de mais blogs participantes. Contudo, manterei alguns parâmetros que eu tinha pensado, como vocês poderão ver adiante. Antes, um pouco de história.

A história começou assim…

Há alguns meses, o bróder Coelho pediu um free-lance para mim. Aceitei fazer, mas não aceitei cobrar. Não me senti à vontade mesmo e até virei motivo de piadas entre outros coleguinhas. Ele queria pagar, e então, na época, eu tive uma idéia:

“Por que não fazemos assim? Você pega esse dinheiro que você queria me dar e vamos juntos comprar uns brinquedos ou comida para doar em algum centro de solidariedade, orfanato, asilo ou coisa do gênero.”

Acordo feito, tínhamos um problema: não sabíamos para quem doar. Foi aí que estes meses de muito contato com blogueiros me deram um novo estalo: e se todo mundo na blogosfera que quisesse ajudar de fato ajudasse?

Por trás de cada post sobre Mianmar ou sobre sustentabilidade, existe uma ideologia pessoal que quer mover o mundo. Conheço blogueiros que poderiam contribuir com posts, mas também conheço pessoas que mantém blogs que iriam num orfanato para levar não só brinquedos como também palhaçadas para a criançada. E há também quem ajude alguma instituição e possa falar sobre ela e chamar as pessoas para ajudarem. Uma campanha colaborativa, de fato, já que o nosso papo sempre cai em web 2.0.

Então, uma campanha

A campanha Blogagem Social terá pontos regionalizados. Quem está cuidando de São Paulo é a Milena Wiek. Leia o post dela clicando aqui.

Contudo, toda e qualquer mobilização será bem-vinda. Este blog incentivará a sua iniciativa e considerará a sua participação no Blogagem Social das seguintes maneiras:

- Receberei em meu e-mail (luiz [@] yassuda.org) qualquer informação útil sobre locais que fazem um trabalho bacana, seja um orfanato, um centro de sopão, um asilo, etc. Se souberem de algo, não hesitem em enviar. Se são de algum desses lugares, mandem algum textinho explicando o trabalho da instituição. Responsabilizo-me a publicar notas aqui a respeito e a compartilhar a informação com a Milena ou com os responsáveis por cada região (caso a instituição não seja de São Paulo).

- Você que quer ajudar: poste, registre sua ajuda. Acho que seria muito bacana que as ajudas não fossem em dinheiro, e sim em presentes, ações desde como ensinar as crianças a plantar uma árvore até coisas muito loucas como encontrar uns mendigos debaixo do MASP e levá-los ao McDonald´s. Eu e o Coelho, por exemplo, estamos escolhendo uma instituição para proporcionar um dia bacana (se o dinheiro der) às pessoas atendidas.

- Eu não centralizarei ajudas. Se quiser doar um dinheiro ou outras coisas como roupas, comida, brinquedos, etc, fale direto com a Milena ou o blogueiro responsável da sua região (o blog dela tem o contato e o nome de cada responsável. Já leu? Não? Então olha outro link) Nada passará pela minha mão a não ser a minha própria doação/ajuda. Claro que seria legal, a título de registro, que o você enviasse ao meu e-mail alguma foto com um pequeno texto sobre como foi a doação e para quem foi.

É isso. Espero concluir que esta web é de fato colaborativa. Em todos os sentidos.

categorias: Aleatoriosfera, Colaborativo

 

 

 

Não há tempo

Escrito em 26/11/2007 | 4 comentários | Permalink

ImageShack

Veja, não há tempo.

Você deve despertar de uma soneca que se ousa chamar de noite de sono, e então, o cronômetro dispara: são 3 minutos de banheiro, 5 minutos para um café do dia anterior, 2 minutos para vestir-se, 5 minutos para não perder o ônibus que só passa de meia e meia hora. Chega 15 minutos atrasado no trabalho e resolve calcular quanto tempo você teria por tarefa se resolvesse terminar tudo naquele dia: 2 minutos e meio, aproximadamente. Em 8 horas, logicamente, você não chegou perto nem da metade, mas vai ter que deixar tudo como está, porque as suas tarefas noturnas já lhe chamam. Não sem antes fazer um pouco de hora-extra (duas horinhas apenas) para não deixar o que você conseguiu colocar a mão pela metade. O trânsito da noite faz com que três quilômetros pareçam uma viagem daqui até o Japão, com escalas na Argentina, na Polinésia Francesa, na Índia, em Los Angeles, Fiji, Filipinas, Coréia do Sul e finalmente em Bangladesh. O que você tinha para fazer à noite? Uma aula? Um encontro? Um grupo de discussões? Um grupo de ajuda? Esqueça. Você chegou no fim da sessão e agora, só amanhã. Se bem que amanhã é um conceito relativamente próximo se o relógio marca 23h50. Você chega em casa, liga o computador, checa um ou outro e-mail, conversa com uma ou outra pessoa e, lá pelas 2h da manhã (se você não mantiver um blog), resolve tirar uma soneca.

Bom, eu estou sendo pessimista demais. É claro que as pessoas conversam com você durante o expediente, e a Internet permite que você faça muita coisa na comodidade de sua baia: pagar contas no banco, pagar a compra do mês, verificar o rombo em sua conta bancária. Conversando com os seus colegas, cada um lhe indica uma leitura diferente para você ler no seu tempo livre (para alguns, chama-se horário de almoço): best-sellers e auto-ajuda. Segundo o pessoal, perseverar é o segredo do sucesso. Você deve recitar mantras de sucesso e pensar positivo. Talvez você possa ter um colega mais sádico, que queira lhe ver na merda, e lhe oferte uma obra desesperadora e a obra servirá para lhe inspirar a escrever um (livro? romance? novela? peça de teatro?) post para um blog. Talvez nem isso: uma atualizada no Twitter e olhe lá.

Já cuidamos da cabeça, mas você precisa se preocupar com o corpo. É fascinante que academias agora estejam abertas durante a madrugada, mas não se esqueça que a endorfina liberada após uma corridinha e umas puxadas de ferro não o deixará dormir. Momento de encontrar o equiíbrio em doses naturais de alopatia: um calmante para lhe derrubar de madrugada, um estimulante para lhe acordar, muito café durante o dia. Em alguns casos, anti-depressivos são bem-vindos, além, claro, de pílulas para lhe garantir tesão. É claro que isto vai lhe tirar o apetite no almoço, então procure apenas não acabar com o pouco que sobra do seu estômago comendo besteiras. Opte por aquelas rações animais como soja triturada com aveia e coisas do gênero. Você não está se sentindo mais saudável? Livros sobre de dieta tendem a ser ótimos para você se sentir bem: é só recitar mantras e pensar positivo.

Se você encontrar um tempinho para recitá-los ou pensar positivo, bom para você…

categorias: Comportamento, Corporativo, Crônicas, Textos aleatórios

 

 

 

Blogueiras na Playboy - então vai?

Escrito em 23/11/2007 | 1 comentário | Permalink

ImageShack

Ganhei mais um motivo para comprar a Playboy de dezembro. Além da capa ser da Juliana Knust, uma dessas coisinhas lindas de Deus, terei a oportunidade de ver com estes olhos que a terra há de comer se o desfecho-furo do Papo de Homem para todo aquele bafafá sobre Playboy das Blogueiras é verdadeiro.

E como relembrar é viver, trago aqui um ctrl+ c ctrl + v do post deste blog sobre o assunto há algum tempo:

“Por isso, caso a Playboy resolver se render aos apelos da esfera blogórica, haverá um dos desfechos propostos:
- Chamam todas elas e fazem um ensaio do tipo “e elas se conheceram pela Internet”. Logicamente, vai virar apenas um encarte.
- Chamam uma miguxa, dona do blog miguxeeenhuuu.blogspot.com, que por acaso é modelo de alguma agência internacional, apresentadora e atriz.
- Chamam a Cleo Pires, que também é blogueira.
” (YASSUDA, Luiz. Post no Blog do Yassuda. 21/09/2007)

A história levantada agora é a seguinte: junto com a Playboy de dezembro, virá um calendário powered by Axe com beldades e três blogueiras (não significa que não sejam beldades, tinha que destacar porque nem toda beldade é blogueira): Marina Santa Helena, Dani Koetz e Mirian Bottan, cujas fotos serão acompanhadas com links de seus incentivadores: Ian Black, Ivo Neuman e Carlos Cardoso, respectivamente. Ou seja: um encarte. Lindo. Um desfecho interessante. Se sair impresso “e elas se conheceram pela Internet”, vou realmente achar que virei vidente ou que existe pelo menos uma ou outra pessoa importante que caiu sem querer neste blog…

Quem viver, verá.

categorias: Aleatoriosfera

 

 

 

Free Rice - brincando de ativismo social em casa

Escrito em 21/11/2007 | 2 comentários | Permalink

ImageShack

Eu fico me perguntando se as pessoas realmente acham que participar de um joguinho desses é uma forma de cumprir o seu papel como cidadão ou ativista social ou qualquer coisa que o valha.

O lance se chama Free Rice. Para cada palavra que você acertar o significado, 10 grãos de arroz são doados para a ONU distribuir entre aqueles pobres países que você viu num documentário.

O jogo pode até ser divertido. Daí dizer que isto é ser socialmente responsável são outros quinhentos. É igual se chamar de empresa sustentável por plantar uma árvore a cada litro que o seu SUV beberrão queimar. Só reflete o que a sociedade é: comodista ao extremo, sempre procurando a forma mais fácil de fazer caridade. Ao contrário, o tipo de pensamento que deveríamos louvar é deixado de lado: aquele que propõe uma mudança de comportamento, de dogmas, para buscar algumas respostas às equações como a fome do mundo.

Eu queria, de fato, tecer um texto bem mais denso sobre isto. Fica para outro dia, já que estou com um bloqueio “criativo” desde o fim-de-semana.

categorias: Comportamento, Internet, Opinião

 

 

 

Um mantra para a emenda do feriado.

Escrito em 16/11/2007 | Sem comentários | Permalink

ImageShack

Quando o ano de 2007 começou, peguei uma agenda para conferir os feriados no calendário e imediatamente circulei os seis dias de possível folga entre o dia 15 de novembro (proclamação da República) e o dia 20 de novembro (dia da Consciência Negra). Como havia um fim de semana bem no meio, imaginei: Será que enforcarei a sexta (16) e a segunda (19)?

A resposta veio por e-mail há alguns dias e hoje estou vivendo o momento: ganhei folga na segunda-feira, mas hoje estou aqui no serviço, lendo blogs, lendo e-mails, lendo blogs, olhando para o céu, lendo blogs e… eu já falei que estou lendo blogs?

Queria era estar na praia. Ok, talvez não com este frio. Mas queria estar com os amigos por aí (por aí, leia-se num boteco), tomando uma gelada (vai bem até com neve), falando bobeiras, dormindo até não agüentar mais no dia seguinte. Enquanto não são 18 horas, fico aqui repetindo o mantra para a emenda do feriado:

Só mais algumas horas de trabalho por 4 dias de festa / de sono / de botecadas / offline.
(escolher uma das opções e repetir o mantra 47 vezes).

E se alguém reclamar que o post tem um quê de alcoólatra, a verdade é que eu nunca fiz amigos bebendo leite. Ainda mais em dias em que o leite é o vilão.

A foto que ilustra o post é do renedepaula (na dúvida se é Rene, Renê ou René, coloquei o nickname)

categorias: Corporativo

 

 

 

Pague o quanto quiser

Escrito em 14/11/2007 | 3 comentários | Permalink

ImageShack

Uma das ondas do momento diz respeito ao consumidor estabelecer o preço que pretende pagar pelo produto ou serviço prestado. Orra, meu! Mó novidade, ó! - diria algum tio meu da Móoca. Mas esta prática é adotada por artistas mambembes desde antes de Cristo, por exemplo. Tudo bem, digamos que o mercado começa a ver agora com bons olhos esta tendência simpática de relação de consumo. Por isso, vemos uma banda lançando álbum novo, pedindo qualquer trocado, uma revista que pede umas moedas pela impressão e estabelecimentos gastronômicos em que a liberdade de decidir se você irá pagar a conta ou não vai além dos 10% da gorjeta.

Tudo isso me faz lembrar uma campanha publicitária canarinha de alguns anos atrás. Se você identificou a imagem que ilustra este post, já está lembrando do bordão “quer pagar quanto?” que irritou os lares brasileiros por dias e dias. Se ainda assim você não lembrou, tudo bem, eu conto: trata-se da campanha de varejo das Casas Bahia, cujo garoto-propaganda atendia pelo nome de Fabiano Augusto.

Na época, eu me lembro, surgiu em forma de boataria de rede social a notícia de que as Casas em questão levaram um processo. Um cliente teria entrado em uma das lojas, falado que queria pagar tanto num produto que provavelmente custava tanto ao quadrado, obrigando a companhia de vendas a mudar até o garoto-propaganda. Não estou aumentando um ponto do que achei por aí via Google:

“As Casas Bahia, teve um processo aberta contra si, pelo fato de um homem ter chegado até uma das lojas e dito: a pessoa disse que posso comprar uma geladeira por R$ 199,00, é claro q a propaganda dizia de forma (não clara) q era a parcela. lembra-se de como o garoto propaganda falava? Quer uma geladeira por R$ 199,00, um sofá, por R$ 29,99 ? Pois é, o marketing não deu certo. O processo foi aberto por esse consumidor e advogado e as casas Bahia resolveram retirá-lo da frente da empresa, para não se associar a imagem dele com o problema.” - usuário do Yahoo Respostas

“Em são paulo, parece q um advogado, ( não tenho certeza da profissão do inteligente indivíduo) chegou nas casas bahia, e fez uma super compra, de aparelhos eletrodomésticos de primeira geração, tudo q vcs imaginam q tem na loja o cara comprou.
Só que na hora q ele foi pagar as mercadorias, ele virou pro atendente e deu uma nota de R$1,00. quando o atendente viu, ficou surpreso e perguntou o que ele estava fazendo com a nota de ! real na mão, e ele disse … estou pagando quanto eu posso…e era verdade pq o comercial estava falando:
-quer pagar quando? aqui vc paga o quanto vc pode!!!
e foi isso q o cara fez, o gerente das casas bahia ate chegou chamar a polícia, mais a polícia falou que o cara estava certo, só colocando a propaganda em prática.”
(sic) - Usuário de um fórum qualquer.

Na época, as Casas Bahia poderiam aproveitar este bafafá online e bolar um “pay-what-you-want-day” (ou “dia de pagar quanto quiser” para aqueles que odeiam anglicanismos desnecessários). Poderiam, mas não fizeram. Ressuscito esta história para que a rede de lojas, agora munida de uma trend super in, hype, cool, descolada e qualquer outro nome besta (de preferência com anglicanismos desnecessários), agora tenha o bom-senso de lançar alguma coisa do gênero. Ando namorando um laptop, o meu Sansui-Garrat-Gradiente queimou e não toca mais o mesmo embalo quente pra lembrar do teu calor e eu só tenho dez mangos no bolso…

categorias: Comportamento, Música, Publicidade

 

 

 

Brinquedinho novo: vetorizando online

Escrito em 12/11/2007 | 2 comentários | Permalink

ImageShack

A coisa que eu acho mais fantástica nesse mundo do desenvolvimento aberto e colaborativo é a conclusão de que o fluxo de informações só funciona porque há um monte de desocupados pensando em fazer um monte de ferramentas para desocupados como eu.

Olha que legal o brinquedo novo para ex-criações desprovidos de Illustrator instalado em seus computadores corporativos: Vector Magic, uma iniciativa de algum(ns) mano(s) da Universidade de Stanford.

Brincadeiras à parte, o site funciona da mesma maneira que o Live Trace que os pacotes da Adobe já possuem a partir do CS2. Nunca (mas é bom nunca dizer nunca) irá substituir uma boa vetorização manual, mas para certas coisinhas rápidas, quebra um galho. Testei com uma foto que eu tinha aqui e em poucos segundos, tive disponível para o download uma versão em EPS (significa que eu posso continuar editando depois no meu programa de vetores preferido), além de versões em SVG e PNG (que possibilitaria um bitmap rápido para posts, headers de blogs e afins).

O site ainda tem umas ferramentas de edição, mas muito aquém dos softwares (mesmo que for o Coréu). Tudo bem. Quem sabe o que alguns meses podem fazer com este projeto.

A dica do brinquedo foi de outro desocupado, o André Pontual (não ligue para a infame piadinha que ele faz com o sobrenome e o seu login do Twitter).

categorias: Design, Internet

 

 

 

Fim-de-semana offline

Escrito em 09/11/2007 | Sem comentários | Permalink

ImageShack

Com o passar da semana, esta dura rotina moderninha de acompanhar a Internet consome toda e qualquer energia que poderia ser utilizada para atividades muito mais interessantes.

Por este motivo, instituo o fim-de-semana como período offline. Sim. A partir da 00h de sábado, não haverá atualização do blog, liberação de comentários. No máximo, umas tuitadas só para chamar o pessoal para algum evento ou saber de algum para ir.

O período acaba no domingo, após às 18h, momento em que se encerra a rodada esportiva da televisão. É possível que no domingo à noite entre um post para que você, leitor, chegue em seu escritório na segunda-feira e encontre aqui um conteúdo novo (não necessariamente novo num sentido amplo da palavra. Talvez inédito fosse melhor).

É isso. Se você está lendo este post num sábado ensolarado, desligue o computador e saia por aí. Tanta coisa legal para se fazer, tanta gente para ver, tão pouco tempo para ser.

Post relacionado:
> Ócio criativo ou vagabundagem

categorias: Sobre o blog

 

 

 

E continuando o post “Sobre os moleques punks”

Escrito em 08/11/2007 | Sem comentários | Permalink

ImageShack

Há alguns dias, questionei qual seria a resposta que os punks dariam aos crimes de bandidos que foram associados ao movimento que a panqueca propõe. A resposta eu li hoje, no blog do Ferrez, do intitulado Movimento Anarco-Punk. É só clicar aqui dar uma lida.

categorias: Comportamento

 

 

 

Eco-fadiga, eco-chatos e umas previsões do futuro

Escrito em 06/11/2007 | 8 comentários | Permalink

ImageShack

**UPDATE: A notícia a qual me refiro abaixo, sobre a “Eco-fadiga”, é uma trend falsa. Uma piadinha do pessoal do Trend Watching . Bem que as outras 4 da lista eram realmente bizarras, mas esta até que fazia algum sentido (por pior que esta foto de praia acima possa parecer). O post fica, óbvio, como penitência para mim por não ter lido e investigado direito as coisas e sobretudo pela ótima referência cinematográfica a seguir. 

Estava eu por aqui, lendo as últimas tendências apontadas pelo Trend Watching quando comecei a me perder em pensamentos em uma delas. Tratava-se do que eles chamam de “Eco-fadiga”, um certo cansaço das pessoas pela tonelada de mensagens superficiais sobre sustentabilidade que assolam a mídia e o contra-ataque, em que elas pedem autenticidade, ainda que ser autêntico seja ter um SUV beberrão.

A primeira coisa que me veio à cabeça é um rápido passeio pelo futuro. Uma vez que me parece certo que o ser humano não vai se endireitar e continuará a emitir CO2, procurando compensar plantando uma muda ou inventando parafernálias de ficção científica que o eximiriam de qualquer culpa por ter acabado com a atmosfera, o futuro deverá ser o deserto estranho que o advento da computação gráfica nos permite vislumbrar em documentários do Discovery Channel.

Porém…

Em um outro devaneio, imagino o mundo caso alguns ecologistas radicais consigam impor uma política que transforme a condição do ser humano em algo com que toda a flora e fauna do planeta possa conviver. Não contentes em diminuir a poluição da indústria e substituir todas as fontes de energia por opções que não devastem a natureza, eles poderiam alegar, por exemplo, que o gado é um fator de poluição gritante no efeito-estufa, forçando a população a seguir uma dieta vegetariana. Pouco a pouco, um modelo de vida ultra-saudável seria o habitual dos humanos agora preocupados com a saúde, tanto com a sua quanto com a dos outros.

E é aí que entra este papo de eco-fadiga. Este mundo que estou imaginando, de extremo valor à própria saúde e tecnologia sustentável é o mesmo mundo em que John Spartan acordou em O Demolidor (minhas referências cinematográficas rumam ao escatológico, eu sei):

ImageShack

Num dos clássicos diálogos deste filme, o policial interpretado por Sylvester Stallone encontra o líder rebelde Edgar Friendly. Sinta o que é eco-fadiga, healthy-fadiga ou qualquer coisa que o valha na fala do rapaz:

“De acordo com os planos do governador, eu sou o inimigo, porque gosto de ler e de pensar. Quero a liberdade de me expressar e de escolher. Sou o tipo de cara que pensa ‘devo escolher o T-bone ou as costeletas de porco assadas com uma porção de batatas fritas?’ Eu quero colesterol alto, quero comer bacon, manteiga e um monte de queijo, ok? (…) Por quê? Porque, de repente, eu acho que eu preciso de tudo isso.”

E a melhor parte:

“Eu vi o futuro. Sabe como ele é? É um virgem de 47 anos, sentado por aí com seu pijaminha, bebendo um shake de banana com brócolis, cantando algum jingle publicitário”

Conclusões: Será que teremos que caminhar rumo ao deserto? Ou será que teremos que virar eco-healthy-chatos a ponto de bebermos um shake de banana com brócolis enquanto cantarolamos “Dooooolly! Dolly guaraná Dolly!”? Acho que tem que haver um meio termo, em que empresas poluidoras não nos empurrem discursos vazios de sustentabilidade e que as pessoas realmente se preocupem com o meio ambiente e com suas vidas pacatas, porque uma influi na outra. Talvez tenhamos um futuro diferente, mas que para mim soa mais utópico ainda…

categorias: Cinema, Comportamento, Cultura, Publicidade

 

 

 

Twitterposter, uma nova forma de medir e comparar para alimentar egos

Escrito em 05/11/2007 | 7 comentários | Permalink

ImageShack

Claro que o momento chegaria! Lembro-me de gente se orgulhando de ter mais de 1000 amigos no Orkut. Por que ninguém se orgulharia do número de followers no Twitter?

Aí chega aos meus arquivos esta iniciativa de layout muito interessante, mas que, no fundo, não serve para muita coisa: o Twitterposter. Se já existem pessoas que duvidam do Twitter, imagine um site cuja única função é ser um ranking? Ainda que um álbum muito bonitinho de figurinhas conhecidas, é um ranking e ponto.

Ok, ok. Eu vejo o lado positivo de lançar o hábito do micro-blogging aos mais desavisados. Mais uma dessas iniciativas que fortalecem aqueles que se prestam a produzir bom conteúdo, mesmo que em 140 caracteres no máximo.

Por outro lado, e este ponto é crítico, posso ver também aquelas corridas para se conseguir um número de followers bem grande por métodos estranhos: já vi perfil acompanhando mais de 3000 outros perfis. Numa boa: eu mal consigo ler todos os 100 que eu acompanho, sendo que desses 100, somente uns 30 fazem mais de uma atualização por dia; já vi também gente me enviando 10 avisos de que estão me acompanhando, como se eu tivesse que fazer o mesmo, por educação.

Preocupante será quando levarem a máxima do Vitão, e passarem a dar follow para receber follow e aí parar de seguir o cidadão só para ficar com o quociente de relevância adequado à regra mencionada.

Medos à parte, utilize o Twitterposter como bem entender. No meu caso, serviu para fazer esta foto bonita que ilustra o post. Daria o maior trabalho para fazer no Photoshop.

categorias: Aleatoriosfera, Internet

 

 

 

É tendência, Brasil #4 - O verão 2008 já chegou

Escrito em 01/11/2007 | Sem comentários | Permalink

ImageShack

Toda vez que chove, como nesta semana em que caiu litros d´água, as pessoas dizem: “Ah, chuvas de verão!”. Pois é, e daí vem o tema dessa coluna de hoje: moda verão. Quem leu o É tendência, Brasil #1 leu que eu NÃO comentaria essas coisas por pura falta de conhecimento. Mas as preciosas dicas do Zekke Magazine me ajudaram demais.

Para começar, as cores: Chegou a hora de tirar as primárias do armário e arrasar. Azul, amarelo e vermelho estão com tudo.

ImageShack

Aqui, o lindo do Evandro Soldati, brasileríssimo na campanha da Vila Romana. A mesma campanha também mostra uma outra tendência: a moda Navy vem com tudo. Listas e cores aqui no desfile do Mário Queiroz.

ImageShack

Para os mais descoladinhos, o new rave vem com tudo! Tudo com muita diversão, afinal isso é verão: cores, descontração (ainda mais cá nas terras tupiniquins!) como no lindo desfile da Disritmia.

ImageShack

Nas modelagens a hora é de pernas de fora. Pras mulheres a balonê vem com tudo (Ah, balonê, aquela saia mais…digamos…arredondada nos quadris). Aqui uma saia com um leve toque balonê que abriu a Iódice esse ano.

ImageShack

E pra ambos os sexos, shortinhos. Homens, sem medo de mostrar as coxas. Shortinhos como os de Mário Queiroz e da V.Rom arrasam.

ImageShack
ImageShack

Para quem curtiu e está querendo saber mais sobre este verão que promete, conheçam a mega cobertura do SPFW aqui. Fica a dica.

> Acompanhe as antigas edições de ‘É tendência, Brasil’
> Por que esta coluna existe?

categorias: É tendência, Brasil

 

 

 

|